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domingo, 10 de maio de 2020

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA PADROEIRA DO BRASIL


JESUS TE AMA 


DT 20:4 

“Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.” 
DOCUMENTO

DT 4:16

”Para que não vos corrompais, fazendo para vós alguma [imagem] esculpida, na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou de mulher;” No Brasil e em Portugal a imagem favorita da idolatria quase oficial é a de uma mulher.

“A imagem da chamada em Portugal por Senhora de Fátima cuja história é contada à moda antiga no modelo das fábulas de “mulheres caducas” esteve recentemente (18/05/07) na cidade de Ribeirão Preto,” A chegada da imagem de Nossa Senhora de Fátima vinda de Portugal, à Cátedra Metropolitana de Ribeirão Preto atraiu cerca de 5.000 pessoas, segundo o padre Francisco Moussa”.

Como pode alguém que fez um seminário estudou filosofia, leu os melhores livros e ainda assim não percebe o engano de colocar na mente do povo uma imagem para ser adorada.
O que disse Jesus: “Somente ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás” Mt 4:10.

A " PADROEIRA DO BRASIL "

A HISTÓRIA

A pequena imagem encontrada por três pescadores pobre no Rio Paraíba em 1717, foi assim elevada a mais alta distinção [Nota 1] (Pela Igreja Católica).

Tentativa de substituir o positivismo lógico pela idolatria
Como forma de reagir à decadência eclesiástica ocorrida durante o Império e, ao mesmo tempo, se opor à ideologia positivista da República, o episcopado decidiu investir nas peregrinações populares já existentes, conforme consta da instrução coletiva datada de 06 de janeiro de 1900, que oficializava, do ponto de vista da Igreja, a política de promoção de romarias.

A idolatria do Estado
Em 1930, o papa Pio XI declarou a Senhora da Conceição Aparecida padroeira do Brasil. Em 31 de maio do ano seguinte (1931) no Rio de Janeiro, o cardeal Leme dirigiu a proclamação, mostrando ao presidente Getúlio Vargas quanto poder pode emanar de uma pequenina imagem de barro.
(*) Ele só se esqueceu das palavras de Jeremias “Os ídolos são como espantalho em pepinal e não podem falar, necessitam de quem os leves, porquanto não podem andar”. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem.

Autoridades civis e militares assistiram os bispos dedicarem à nação à boneca ricamente vestida, quando o papa chegou em 1980 o governo finalmente declarou feriado nacional no dia de Aparecida, agora comemorado em 12 de Outubro

O interesse político pela idolatria religiosa
O então (1980) governador Paulo Maluf. homem sensível aos números, fez uma contribuição especial:

Em tempo recorde, um monte vizinho ao templo foi aplainado para acomodar confortavelmente três mil ônibus. Mas os organizadores continuaram a temer que o espaço fosse por demais exíguo para as massas que deveriam acorrer a Aparecida. A excitação antecipada deu lugar ao alarme. Estaria a cidade capacitada para acolher uma multidão que poderia ultrapassar dois milhões de pessoas?

O resultado foi surpreendente. João Paulo II, que vinha reunindo multidões nunca dantes vistas, foi acolhido em Aparecida por apenas 300 000 féis, número costumeiro para um bom Domingo.

As explicações para o fracasso deslizaram para o terreno das acusações mútuas entre autoridades eclesiásticas e políticas responsáveis pela organização do evento.

Mas no Brasil, o povo e o clero nunca rezaram exatamente para a mesma imagem.

O Padre Cícero é o padroeiro de parte do Nordeste
São três as faces dos santos no Brasil

Alem de rainha, Senhora e mãe, Aparecida é Conceição. E Conceição é Mamãe oxum, deusa das águas doces. Também pode ser Iemanjá, a senhora do mar. No Rio de Janeiro a umbanda identifica Aparecida com oxum. Na Bahia Senhora Conceição da praia, padroeira do estado, é Iemanjá na praia grande.

Em Aparecida do Norte, o mercado de souvenires religiosos exibe nas prateleiras as imagens cristãs e seus equivalentes nos cultos afro-brasileiras invadem seu catolicismo, impondo importantes transformações nos princípios ordenadores da Sagrada Família.

“No Brasil os religiosos europeus defrontaram-se com tradições que os desconcertavam: termos como “pagãos” profanos” “supersticiosos “e “abusos” tornaram-se comuns em seus discursos sobre os féis, que, no entanto, formavam as massas de romeiros tão apreciadas pelo clero [nota 2] (Por isso deixaram o povo na ignorância era importante o numero e o resultado financeiro) “““.

Um país propício ao engano da idolatria

“Estamos num país no qual a pastoral foi quase nula, isto é, (um país) sem instrução, (sem) admoestações e (sem o) bom exemplo dos curas”.

Isaías 40:20
“O empobrecido, que não pode oferecer tanto, escolhe madeira que não apodrece; procura para si um artífice perito, para gravar uma imagem que não se pode mover.”
Raízes da cultura religiosa brasileira

A guerra entre “santos”

Segundo Evans-Pritchard O povo da umbanda opera no interior de um sistema místico de acusações. Para identificar a causa de um infortúnio, as perguntas pertinentes são do tipo:

“Quem lhe deseja mal?”

“Que santo foi invocado para atormentá-lo?”

“Que meios rituais foram utilizados para provocar o malefício?”

Feitos o diagnóstico e a identificação, trata-se de deter o mal por meio de rituais e santos suficientemente fortes para neutralizar as forças maléficas.

Testemunho de um Católico

“As histórias que ouvi da organizadora da romaria, sobre suas transações com a Pomba Gira das Sete Encruzilhadas, deixariam qualquer cristão de cabelo em pé”.

O povo brasileiro
Sua extrema mobilidade, sua capacidade manipular códigos distintos e fazer combinações inesperadas, sua incrível inventividade religiosa, são alguns sinais de uma espécie de síndrome religiosa do nosso país. ‘

A busca inútil

Isaías 46:7
“Eles o tomam sobre os ombros, o levam, e o colocam no seu lugar, e ali permanece; do seu lugar não se pode mover; e, se recorrem a ele, resposta nenhuma dá, nem livra alguém da sua tribulação.”

Conclusão da Revista

Cabendo ao sacerdote, neste caso, tornar-se intérprete arguto e sutil das tensões (*) que compõem a existência de cada um de nós.

[nota 3 ] ( As tensões, daqueles que participam do catolicismo e das religiões afro-brasileira), os que confiam no Senhor não se abalam, mas permanecem para sempre e Nele encontram refúgio e descanso.


A nossa Confiança:
1: →“ O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O Senhor é a força da minha vida; de quem me recearei? “ Salmos 27:1

2:→ “A minha alma espera somente em Deus, dele vem a minha salvação” Salmo 62:1

3→ “Vinte a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviareis” Ma 11:28.


Conclusão da Revista SBPC

Cabendo ao sacerdote, neste caso, tornar-se intérprete arguto e sutil das tensões (*) que compõem a existência de cada um de nós.

[nota 3 ] ( As tensões, daqueles que participam do catolicismo e das religiões afro-brasileira), os que confiam no Senhor não se abalam, mas permanecem para sempre e Nele encontram refúgio e descanso.


A nossa Confiança
:
1: →“ O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O Senhor é a força da minha vida; de quem me recearei? “ Salmos 27:1

2:→ “A minha alma espera somente em Deus, dele vem a minha salvação” Salmo 62:1

3→ “Vinte a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviareis” Ma 11:28.

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